terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Fecca 2010- Apresentação Mamonas Assassinas
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Convite Feira Cultural
O SEGUNDO ANO B TARDE TEM A HONRA DE CONVIDAR A TODOS PARA NOSSA XIII FEC QUE REALIZAR-SE-Á DE 15 À 17 DE DEZEMBRO NESTE ESTABELECIMETO DE ENSINO EM TODO HORÁRIO DE AULA PARA CONHECER OS FEITOS TECNOLÓGICOS DO HOMEM. VENHA VOCÊ TAMBÉM FAZER PARTE DESSA EVOLUÇÃO.
Brasil precisa melhorar eficiência dos gastos em educação, diz estudo do Banco Mundial

As quatro prioridades do Brasil para a próxima década devem ser a melhoria da qualificação dos professores, o fortalecimento da educação infantil, mais qualidade para o ensino médio e mais eficiência do gasto público em educação. É o que diz estudo lançado hoje (13) pelo Banco Mundial sobre os resultados alcançados pelo Brasil nos últimos anos em educação.
De acordo com o estudo, o gasto não está “produzindo os resultados esperados”. Os dados mais recentes, de 2009, mostram que o país investe hoje 5% do PIB (Produto Interno Bruto) na área, patamar que, segundo o relatório, já é superior ao verificado nos países da OCDE (Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico). O país também gasta mais do que o México, o Chile, a Índia e a Indonésia, que têm perfil demográfico semelhante ao brasileiro.
No entanto, investe em média seis vezes mais em um estudante do ensino superior que no aluno da educação básica. Na OCDE, a proporção é de dois para um. O estudo destaca ainda que as altas taxas de repetência permanecem, “apesar de pesquisas indicarem que a repetição é uma estratégia ineficaz para aumentar a aprendizagem”.
O alto grau de corrupção e má-administração das verbas da educação também são apontados como razões para os baixos resultados alcançados em relação ao custo. O Banco Mundial aponta ainda “aumento no custo dos professores”, com políticas que reduziram o tamanho médio das turmas e “impuseram aumentos generalizados de salário para os professores”. Para a instituição, há pouca evidência de que o aumento salarial contribuiu para melhorar a qualidade da educação.
O estudo recomenda que o Brasil aproveite o período de transição demográfica que está vivendo para melhorar a qualidade do ensino, já que o fenômeno terá um “impacto notável” sobre a população em idade escolar na próxima década. “A redução projetada de 23% no número de estudantes de ensino fundamental corresponderá a quase 7 milhões de assentos vazios nas escolas do país (...). Essa transformação demográfica é uma bonificação para o sistema educacional e permitirá que os níveis atuais de gastos financiem uma grande melhoria na qualidade escolar”, diz o texto.
Para melhorar a qualificação dos professores, o Banco Mundial defende a adoção de estratégias para atrair os “indivíduos de mais alta capacidade para a sala de aula”, com apoio para formação continuada e recompensa pelo desempenho. Hoje, diz o estudo, a carreira docente se tornou “uma profissão de baixa categoria”, que atrai o “terço inferior dos estudantes do ensino médio”.
O Banco Mundial indica como exemplo de políticas eficientes programas de pagamento de bônus para os professores a partir dos resultados alcançados por suas turmas, como os já adotados em Minas Gerais, Pernambuco e São Paulo e no município do Rio de Janeiro.
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Conselho de educação aprova novas diretrizes para ensino fundamental

As novas diretrizes curriculares para o ensino fundamental de nove anos foram aprovadas pelo CNE (Conselho Nacional de Educação). Uma das determinações do órgão é que todos alunos devem ser plenamente alfabetizados até os oito anos. O CNE ainda recomenda que as escolas não reprovem os alunos até o terceiro ano dessa etapa.
O parecer já foi homologado pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e deve ser publicado na próxima terça-feira no DO (Diário Oficial da União). "Nossa orientação é muito clara: todas as crianças têm direito de aprender e as escolas devem assegurar todos os meios para que o letramento ocorra até os oito anos. Não é uma concepção simplista de que defendemos a aprovação automática", explica o conselheiro César Callegari, relator do processo.
O parecer recomenda que os três primeiros anos do ensino fundamental sejam considerados um bloco único, um ciclo de aprendizagem. Durante esse período, a escola deve acompanhar o desempenho de cada aluno para garantir que ele seja alfabetizado na idade correta. O texto ressalta que cada criança tem um ritmo diferente nesse processo, que, por isso, deve ser contínuo.
"Assim como há crianças que depois de alguns meses estão alfabetizadas, outras requerem de dois a três anos para consolidar suas aprendizagens básicas, o que tem a ver, muito frequentemente, com seu convívio em ambientes em que os usos sociais da leitura e escrita são intensos ou escassos, assim como com o próprio envolvimento da criança com esses usos sociais na família e em outros locais fora da escola", diz o documento.
"A descontinuidade e a retenção de alunos têm significado um grande mal para o país. Sobretudo para crianças nessa fase, não tem cabimento nenhum atribuir à criança a insuficiência da aprendizagem quando a responsabilidade é da escola", defende o conselheiro Callegari.
ATUALIZAÇÃO CURRICULAR
O parecer determina quais são as disciplinas básicas do ensino fundamental, atualizando o currículo após a criação de leis que tornaram obrigatório, por exemplo, o ensino da música. O próximo passo do conselho, segundo Callegari, será determinar "expectativas de aprendizagem" para cada fase, ou seja, o que cada criança brasileira tem o direito de aprender em cada série ou bloco. O MEC (Ministério da Educação) está trabalhando nisso junto com estados, municípios e pesquisadores.
"Isso tem a ver com a subjetividade do direito, as crianças têm direito não só à educação, mas à aprendizagem. Nós temos que dizer com clareza quais são essas expectativas para que todos se comprometam com a sua realização", afirma.
O conselheiro acredita que essa definição vai orientar a organização dos currículos, que, na opinião dele, hoje se pautam por avaliações como a Prova Brasil e o Enem. "É uma inversão completa. São os currículos que devem orientar as avaliações, e não o contrário. Queremos que as escolas e sistemas de ensino construam seus currículos, mas a partir dessas expectativas. Isso é particularmente importante neste momento em que vivemos uma fragilidade na formação inicial dos professores", avalia.
Fonte: Folha.com
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Reconhecimento da diversidade cultural é chave para o desenvolvimento, diz Unesco
Durante o lançamento de uma coleção sobre a história geral da África, produzida pela Unesco e traduzida para o português, Defourny elogiou a cooperação sul-sul e se referiu ao Brasil como “um jogador cada vez mais de primeira divisão e estratégico, que quer reconstruir a ponte da escravidão, mas no sentido oposto”.
A coleção, inicialmente prevista para ser lançada em novembro, é formada por oito volumes. Para o representante da Unesco no Brasil, os livros representam “a pedra fundamental” do conhecimento brasileiro sobre o continente africano.
“Durante séculos, se falou que a África era um continente sem história. A Unesco assumiu esse desafio e conseguiu reunir mais de 350 historiadores, a maioria africanos, para fazer um trabalho que demorou mais de 30 anos”, contou.
O adido cultural da Embaixada da República de Angola no Brasil, Carlos Lamartine, elogiou a iniciativa e cobrou que os livros sejam distribuídos também aos países africanos de língua portuguesa. “É nosso desejo trabalharmos também no sentido da disseminação da coleção pelos territórios dos nossos países, para que se generalize esse conhecimento”, disse.
Para a professora e ex-integrante do Conselho Nacional de Educação (CNE), Petronilha Gonçalves, o lançamento dos livros em português representa o fruto de um trabalho de séculos. “Um trabalho dos nossos antepassados, que vieram para o Brasil de forma tão triste e difícil, mas que construíram um outro povo, os africanos brasileiros.”
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
MEC libera consulta a locais de prova do novo Enem para prejudicados por caderno amarelo

O MEC (Ministério da Educação) liberou nesta quarta-feira (8) a consulta aos locais da nova prova do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para os prejudicados pelos erros no caderno amarelo. Até 10 mil testes podem ser reaplicados.
As provas acontecem no dia 15 de dezembro, uma quarta-feira, a partir das 13h, na cidade onde o estudante fez a primeira prova. O MEC vai avisar até sexta-feira os candidatos que tiverem direito de refazer o exame.
Para acessar o sistema, é necessário usar CPF e a senha de cadastro do sistema.
Última contagem
Apesar de dizer que pode aplicar até 10 mil provas, a última contagem do MEC indicava 2.817 inscritos com problemas -- o critério para refazer a prova é que o candidato tenha tido o problema registrado na ata da sala de prova no dia do exame. O Enem foi aplicado em 116.626 locais de prova. Segundo informações do MEC, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) está "cobrando do consórcio uma revisão efetiva das atas".
Apenas 3 casos em SP
Em São Paulo, há registro de apenas três casos (dois em Itaquaquecetuba e um em Ourinhos). O Estado tinha a maior quantidade de inscritos, 829.751. Os Estados com maior número de casos de problemas com os cadernos amarelos são Santa Catarina, Paraná e Minas Gerais.
A nova prova que será realizada pelos prejudicados pelos problemas com o caderno amarelo no dia 15 é a mesma que será aplicada para 17.500 detentos, em 750 estabelecimentos penais em todo o país. Os detentos fazem exame também no dia 16.
Inscritos que se sentiram prejudicados e não foram atendidos pelas alternativas oferecidas pelo MEC podem recorrer à Justiça. A Defensoria Pública prometeu ajuizar uma ação de indenização.
Problemas
Estudantes encontraram questões duplicadas e com ordem trocada no caderno amarelo do exame. Após a questão 29, em vez de vir a de número 30, vinha a 33. A candidata Nohara Matos, 20, de Palmas (TO), conta que teve que fazer a conferência de sua prova com outro caderno de prova. O governo confirmou a existência desses erros em alguns lotes. A gráfica RR Donnelley, responsável pela impressão das provas do Enem afirmou que o defeito identificado nos cadernos amarelos está dentro da "normalidade técnica".
O gabarito da prova do sábado também teve o cabeçalho invertido. A prova apresentava as questões divididas entre ciências da natureza e de ciências humanas. O caderno de respostas tinha a mesma divisão de área, mas com ordem trocada. O Inep abriu a possibilidade de que os alunos requeressem a correção invertida do gabarito.
Houve também denúncia de vazamento da prova em Juazeiro. Uma fiscal de prova teve acesso a parte da proposta de redação. Em depoimento de confissão, a professora afirmou que o filho ficou sabendo do texto motivador. A história foi denunciada por um professor de um curso preparatório de Petrolina (PE), cidade vizinha a Juazeiro, a uma emissora de TV da região. Segundo ele, um grupo de estudantes o procurou horas antes do início das provas contando que sabiam qual era o tema da redação. O MEC eliminou o rapaz do Enem e os pais podem ser condenados a até seis anos de reclusão.Nova prova do Enem para prejudicados será aplicada em 218 cidades

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) irá aplicar uma nova prova para alunos prejudicados com erros de impressão do caderno amarelo em 218 cidades em 17 Estados brasileiros. A informação foi publicada na edição desta quinta-feira (9) do Diário Oficial da União.
O número final de inscritos que irão refazer a prova, no entanto, ainda não foi divulgado. Existe uma previsão do MEC de aplicar "até 10 mil exames" no dia 15 de dezembro. A quantidade inicialmente informada era de cerca de 2.800 candidatos.
Segundo o edital, as provas serão reaplicadas para "os participantes da prova do dia 06/11/2010 identificados como prejudicados com os erros de impressão do caderno de prova da cor amarela, independente de nova inscrição". A "identificação" foi feita por meio dos registros das atas dos 116.626 locais de prova.
Os Estados em que as provas irão acontecer são: Amazonas (apenas em Manaus), Bahia (11 cidades), Ceará (43 cidades), Espírito Santo (10 cidades), Goiás (6), Maranhão (7), Minas Gerais (54), Mato Grosso do Sul (10), Pará (6), Pernambuco (apenas em Recife), Piauí (2), Paraná (6), Rio Grande do Sul (8), Santa Catarina (42), Sergipe (6), São Paulo (2) e Tocantins (3).
Apenas 3 casos em SP
Em São Paulo, há registro de apenas três casos (dois em Itaquaquecetuba e um em Ourinhos). O Estado tinha a maior quantidade de inscritos, 829.751.
A nova prova que será realizada pelos prejudicados pelos problemas com o caderno amarelo no dia 15 é a mesma que será aplicada para 17.500 detentos, em 750 estabelecimentos penais em todo o país. Os detentos fazem exame também no dia 16.
Os candidatos estão sendo avisados desde a última segunda-feira. Os alertas, que podem ser enviados por SMS (torpedo de celular), e-mail ou telegrama, serão encaminhados até meia-noite de sexta-feira segundo o MEC.
Inscritos que tenham se sentido prejudicados e que não tenham sido atendidos pelas alternativas oferecidas pelo MEC podem recorrer à Justiça. A Defensoria Pública prometeu ajuizar uma ação de indenização.
Problemas
Estudantes encontraram questões duplicadas e com ordem trocada no caderno amarelo do exame. Após a questão 29, em vez de vir a de número 30, vinha a 33. A candidata Nohara Matos, 20, de Palmas (TO), conta que teve que fazer a conferência de sua prova com outro caderno de prova. O governo confirmou a existência desses erros em alguns lotes. A gráfica RR Donnelley, responsável pela impressão das provas do Enem afirmou que o defeito identificado nos cadernos amarelos está dentro da "normalidade técnica".
O gabarito da prova do sábado também teve o cabeçalho invertido. A prova apresentava as questões divididas entre ciências da natureza e ciências humanas. O caderno de respostas tinha a mesma divisão de área, mas com ordem trocada. O Inep abriu a possibilidade de que os alunos requeressem a correção invertida do gabarito.
Houve também denúncia de vazamento da prova em Juazeiro. Uma fiscal de prova teve acesso a parte da proposta de redação. Em depoimento de confissão, a professora afirmou que o filho ficou sabendo do texto motivador. A história foi denunciada por um professor de um curso preparatório de Petrolina (PE), cidade vizinha a Juazeiro, a uma emissora de TV da região. Segundo ele, um grupo de estudantes o procurou horas antes do início das provas contando que sabiam qual era o tema da redação. O MEC eliminou o rapaz do Enem e os pais podem ser condenados a até seis anos de reclusão.
Fonte: UOL Educação
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Alunos brasileiros de escolas públicas ficam atrás em avaliação internacional

Os resultados do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa) divulgados hoje (7) confirmam o que as avaliações internas já indicam há bastante tempo: o desempenho dos alunos da rede pública é inferior ao de estudantes de instituições privadas. Enquanto a média alcançada por eles em escolas particulares foi de 502 pontos, nas públicas foi de 387 pontos.
O Pisa é aplicado a cada três anos pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e avalia o conhecimento de estudantes de 15 anos de idade em matemática, leitura e ciências. A média do Brasil, considerando as três disciplinas, foi de 401 pontos.
* O que você achou do resultado do Brasil no Pisa?
Dados divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) mostram que na rede federal de educação básica a média é bastante superior: 528 pontos. É mais do que a meta estabelecida para que o país alcance até 2021 e acima da média dos países da OCDE. Essas escolas são geralmente ligadas às universidades federais e funcionam como laboratórios de novas práticas pedagógicas para os cursos de formação de professores.
“É uma rede pequena, mas mostra que o setor público sabe oferecer boa educação, mas pra isso você tem que remunerar bem o professor, investir em laboratórios, em educação integral, [esses] são componentes do sucesso escolar”, afirmou o ministro da Educação, Fernando Haddad.
Em leitura, os alunos das escolas federais atingiram 535 pontos, os da rede privada, 516, e os da pública não federal, 398. O desempenho em matemática foi de 521 pontos na rede federal, 486 na particular e 372 na pública. Em ciências, as escolas federais ficaram com média 528, as particulares, com 505, e as públicas, 392.
Fonte: UOL Educação
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
O portal do professor é uma das maravilhas que a internet nos oferece, pois podemos encontrar sugestões de aulas com propostas pedagógicas divulgadas passo a passo, uma excelente possibilidade de utilização em nosso dia-a-dia. Como por exemplo destacamos a sugestão de aula: Aprendendo com os Diferentes Tipos de Textos de Lívia Raposo Bardy que traz uma proposta para trabalhar as estratégias de leitura e de escrita textual em 2 aulas com atividades direcionadas para um público específico, (ensino fundamental ou EJA), e principalmente numa abordagem construtivista de aprendizagem proporciona através de recursos como a música uma metodologia/didática pedagógica de interação que permite cada grupo realizar atividade de acordo com o contexto social em que estejam inseridos.
Assim a avaliação de aprendizagem é formativa podendo o professor/orientador durante todo o processo perceber as dificuldades e os avanços que o grupo apresentar em relação ao objetivo da atividade.
* Proposta ativ. curso TIC na Educação- eproinfo/2009.
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